5 despesas que sua empresa não deveria estar pagando

Em dúvida sobre como reduzir custos do seu negócio para deixá-lo mais eficiente? Confira algumas despesas que podem ser cortadas agora mesmo para garantir isso

É comum ouvir que todo gestor que deseja o sucesso do negócio deve ser obcecado por redução de custos. Afinal, a falta de uma gestão financeira eficiente muitas vezes acaba sendo um dos principais motivos para o fechamento prematuro de uma empresa. Mas um controle financeiro mais consciente pode prevenir isso. 

O problema é que nem todos sabem por onde começar quando o assunto é corte de gastos. E basta uma rápida pesquisa para encontrar dezenas de dicas, tanto interessantes, como substituir as horas extras do colaborador por um banco de horas, quanto questionáveis, como limitar o cafezinho oferecido no expediente.

No entanto, mesmo que essas medidas contribuam para diminuir as despesas do negócio, esse efeito na maioria das vezes só poderá ser percebido no longo prazo. E nem toda empresa pode esperar tanto tempo para ver suas finanças no verde. Mas existem outras despesas que podem – e devem – ser cortadas o quanto antes.

Foi pensando nisso que separamos a seguir as cinco despesas que sua empresa não deveria estar pagando e como cortá-las para melhorar as finanças rapidamente.

1. Custos envolvidos em contratações e demissões

Todas as vezes que consideramos trazer novas pessoas para a empresa, nosso objetivo sempre é aumentar a produtividade e, consequentemente, os lucros, não é? Mas infelizmente nem sempre isso acontece, e você ainda pode estar perdendo muito dinheiro, principalmente se há um grande fluxo de contratações e demissões.

Além do gasto com direitos trabalhistas envolvidos em contratações e demissões, existem ainda vários outros custos envolvidos em adicionar um novo colaborador ao quadro de funcionários, a exemplo do tempo necessário para treiná-lo e adaptá-lo à empresa e às funções que ele deverá exercer. Então, contratar exige planejamento.

Será que é mesmo necessário trazer um novo colaborador neste momento? Ou será que é possível contratar funcionários autônomos ou terceirizados para realizar determinada tarefa? Estas são algumas perguntas que todo gestor financeiro deve fazer a si mesmo antes de cada contratação se seu objetivo é cortar despesas.

2. Impostos sobre valores que não entram no caixa

Quando o assunto é impostos, não é segredo que a escolha do regime tributário ideal para seu negócio pode significar ter que pagar mais ou menos tributos. Daí ser fundamental conhecer os principais regimes – Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real -, assim como suas respectivas alíquotas, antes de fazer uma escolha.

Mas mesmo que o enquadramento tributário escolhido possua as menores alíquotas para seu negócio, ainda é muito provável que você esteja pagando mais impostos do que deveria, por exemplo ao oferecer as vendas parceladas para seus clientes.

Ao parcelar uma venda em uma maquininha de cartão comum, você deve pagar um tributo sobre o valor total transacionado pelo cliente, mesmo que no final uma boa parte desse dinheiro seja destinado à sua operadora de cartão em forma de taxas e descontos pela operação e serviços, como antecipar o recebimento das parcelas.

Ou seja, se um produto custa R$ 1.000 e o cliente escolhe parcelar, você vai precisar pagar imposto sobre esses mesmos R$ 1.000, mesmo que, depois de descontadas todas as taxas dos seus recebíveis, você receba apenas R$ 900.

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Em outras palavras, você acaba pagando impostos sobre um dinheiro que nunca chegou a entrar no seu caixa. Isso parece justo?

Felizmente, não precisa ser assim. Existem hoje soluções de financiamento mais inteligentes que permitem que você parcele suas vendas com a mesma facilidade e seja tributado somente sobre valores que de fato entram no seu caixa, como por exemplo o Parcele Já.

Isso significa que, reduzindo sua base tributável, você economiza de duas formas: a primeira é fazendo com que sua alíquota incida sobre um valor de faturamento mais próximo da sua receita real, o que consequentemente significa impostos menores. E a segunda é que, com uma base de faturamento menor, você pode se enquadrar em faixas tributárias com alíquotas menores, deixando de pagar 21%, por exemplo, para pagar 16%.

3. Produtos parados em estoque por muito tempo

Se sua empresa trabalha com a venda de produtos, é possível que o mal planejamento na hora de reabastecer o estoque esteja consumindo mais dinheiro do que o necessário. Isso porque nem todo produto tem uma boa rotatividade, e muitos ficam um longo tempo parados, congelando também seu capital de giro.

Em outras palavras, produtos parados em estoque, além de representarem um “investimento” que pode acabar não dando nenhum retorno financeiro, ainda causam prejuízo, já que será necessário também arcar com os custos de armazenagem dos produtos e muitos podem ser perdidos devido à deterioração.

Sua empresa pode diminuir as chances de perder dinheiro com produtos parados em estoque prestando mais atenção nas necessidades dos clientes, por exemplo. Conferir quais são os produtos que têm maior saída antes de ir às compras é uma excelente maneira de evitar gastar mais do que o necessário e até perder dinheiro.  

4. Fornecedores que não têm as melhores condições

Você já parou para pensar se seus fornecedores atuais realmente te oferecem as melhores condições que você poderia ter com eles? Ou se eles realmente são a opção mais acertada em relação a valores e prazos? E aqueles fornecedores contratados há anos, não será hora de reavaliar sua relação com eles também?

Por mais que manter uma relação sólida com um mesmo fornecedor possa trazer vários benefícios para seu negócio, como um maior poder de negociação, você pode estar deixando de aproveitar os preços menores, produtos de qualidades melhores ou até mesmo prazos de entrega mais rápidos de algum concorrente.

Por esse motivo é importante avaliar se as condições oferecidas por seu fornecedor ainda são as melhores, ou se pode ser mais vantajoso buscar por um novo parceiro comercial. Neste caso, é fundamental ainda garantir que a economia gerada pela troca do fornecedor não afetará negativamente seus produtos, serviços ou entregas.

5. Benefícios pouco aproveitados pelos colaboradores

Na tentativa de conquistar profissionais em um mercado tão competitivo, é natural que muitas empresas invistam num plano de benefícios atraente, que muitas vezes inclui assistência médica, odontológica, academia, entre outros. Mas mesmo que o colaborador pague uma parte, eles ainda são uma grande despesa para a empresa.

E apesar de contarem com um plano de benefícios tão completo, muitas vezes pode acontecer dos colaboradores simplesmente não utilizarem os serviços oferecidos, seja por já contarem com outros similares e não ser tão vantajoso trocar ou apenas por falta de tempo, por exemplo. Então será que vale a pena manter essa despesa?

Pode ser interessante conduzir uma pesquisa com os próprios colaboradores a fim de descobrir os motivos pelos quais eles não utilizam os benefícios oferecidos. Você pode acabar descobrindo, por exemplo, que não faz sentido oferecer algum deles, ganhando a oportunidade de cortar uma despesa que não trazia qualquer retorno.

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